Laser Estética
April 20, 2008 by admin
Você pode até não ter ligado o nome à pessoa, mas com certeza já viu a foto de um senhor de cabelos desgrenhados botando a língua para fora… Pois é, esse sujeito de cara divertida é ninguém menos que o importante gênio da física Albert Einstein, o homem que traçou os princípios teóricos do que hoje é usado em todo mundo em muitas e diferentes aplicações: o laser ligado à estética.
O termo LASER na verdade não é uma palavra, mas uma sigla da língua inglesa que significa “Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation” ou, em português, “amplificação da luz pelo efeito da emissão estimulada da radiação”.
Pois é, a luz do LASER nada mais é que um fluxo de alta intensidade de energia criado artificialmente a partir do estímulo de um grande número de elétrons em repouso. Esses elétrons produzem, então, fótons de luz, desencadeando assim uma emissão de energia que gera luz intensa. Esta luz passa, então, por um meio sólido ou gasoso e assim adquire as três principais características dos LASERS.
A primeira delas é que seus raios de luz seguem todos na mesma direção, ou seja, o laser usado na estética concentra uma grande quantidade de energia que pode ser direcionada para que ela seja transmitida a um alvo bem definido.
A segunda dela é que a luz do LASER, diferentemente das luzes naturais, tem uma só cor. E essa cor corresponde a um comprimento de onda do espectro eletromagnético, o que, do ponto de vista prático, significa que temos diferentes tipos de aparelho de LASER, cada um com um comprimento de onda caractéristico.
Por fim, temos ainda o fato de os raios da luz do LASER seguirem sempre em paralelo, tanto em termos de tempo quanto de espaço, o que, mais uma vez, se traduz em potência e alta definição de alvo.
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